Quando a ausência de desejo sexual persiste, a relação de um casal pode ser comprometida.

É combustível para que a relação aconteça. Há que ser instigado, para que o desejo manifeste se.No caso da mulher, a resposta sexual inicial fica condicionada, desde lubrificação até um conjunto de mecanismos que podem ser ativados.

No homem a ausência do desejo impede o aparecimento da ereção.

Stress profissional, tempo dedicado as novas tecnologias, ansiedade são alguns dos motivos que nos dias que correm fazem do tão falado” Desejo sexual Hipoativo” um dos maiores motivos para causar um abismo na relação entre casais.

Tratamento para o DESEJO SEXUAL

As medidas recomendadas para tratar a disfunção sexual em geral ( Tratamento) também podem ajudar a aumentar o desejo sexual. O tratamento geralmente concentra-se em fatores que contribuem para o baixo desejo sexual, como depressão, baixa autoimagem sexual e problemas de relacionamento.

Alguns tipos de psicoterapia, sobretudo a terapia cognitiva baseada na atenção plena (MBCT – Tratamento), podem ajudar algumas mulheres. Atenção plena envolve concentrar-se no que está acontecendo no momento. A MBCT, geralmente feita em grupos pequenos, combina atenção plena e terapia cognitivo-comportamental. Pode ajudar com a excitação, o orgasmo e o subsequente desejo pela atividade sexual.

Outros tratamentos dependem da causa. Por exemplo, se o uso de medicamentos talvez esteja contribuindo, deve ser interrompido, se possível.

Se a causa for dor em decorrência de vaginite atrófica, tomar estrogênio talvez seja benéfico para algumas mulheres. Se a vaginite atrófica surgir após a menopausa, é possível que seja recomendado tomar estrogênio por via oral ou aplicar um adesivo ou gel de estrogênio no braço ou na perna. Essas formas de estrogênio afetam todo o corpo, portanto podem ajudar a melhorar o humor, diminuir as ondas de calor e problemas de sono, manter a vagina saudável e manter a lubrificação adequada para a relação sexual.

Todos esses efeitos podem aumentar a chance de a mulher ter interesse pelo sexo. No entanto, o médico geralmente recomenda à mulher na pós-menopausa que use formas de estrogênio que afetam principalmente a vagina. Por exemplo, o estrogênio pode ser inserido na vagina na forma de creme (com aplicador plástico), comprimido ou um anel (semelhante a um diafragma). Essas formas de estrogênio podem manter a vagina saudável, mas não ajudam no humor, ondas de calor ou problemas de sono.

Se uma mulher com útero (que não realizou uma histerectomia) tomar estrogênio por via oral ou em um adesivo ou gel, ela também receberá progestina (uma versão sintética do hormônio progesterona), porque a ingestão isolada de estrogênio aumenta o risco de ela ter câncer do revestimento do útero (câncer de endométrio).

Não se sabe ao certo se a testosterona (via oral ou adesivo) é benéfica. A testosterona pode ter efeitos colaterais, e a segurança de longo prazo não é conhecida. Assim, esse tratamento não é recomendado. No entanto, a testosterona ocasionalmente é receitada além da terapia com estrogênio se todas as outras medidas forem ineficazes. A mulher que toma testosterona deve ser avaliada regularmente pelo médico.

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